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Estresse ocupacional: por que ele tem aumentado nas empresas?

O estresse, grosso modo, é a combinação de reações físicas e comportamentais que pode ser provocada por uma série de fatores. Geralmente, pessoas que apresentam o problema possuem sensações de medo, irritação, desconforto e indignação. Quando ocorre no ambiente de trabalho, o transtorno é chamado de estresse ocupacional. E, considerado extremamente maléfico para o empregado e empregador, ele pode possuir diferentes causas, como a sobrecarga de atividades e o assédio moral, por exemplo.

De fato, com o dia a dia cada vez mais corrido, o estresse ocupacional vem aumentando significativamente dentro das empresas. A boa notícia, contudo, é que é possível prevenir o problema com algumas medidas simples, como a criação de um bom ambiente de trabalho.

Por isso, neste post vamos te mostrar como identificar o estresse ocupacional dentro da sua empresa. Então continue lendo para descobrir quais são suas causas e aprender a evitar o problema!

Quais os problemas ocasionados pelo estresse ocupacional?
Como já dissemos, o estresse traz malefícios tanto para a saúde do empregado quanto para o próprio rendimento da empresa. Isso ocorre porque indivíduos que têm o problema costumam apresentar um baixo rendimento ao longo do tempo.

Indecisão, sensibilidade para críticas, esquecimento e falta de concentração também são sintomas de estresse ocupacional. De modo geral, o funcionário estressado se torna irritado, desinteressado e insatisfeito.

Além disso, quando não tratado, o problema pode gerar a síndrome de Burnout — um distúrbio psíquico sério, caracterizado pelo esgotamento físico e mental em consequência do trabalho exaustivo.

Todos esses fatores refletem diretamente na organização, trazendo prejuízos a médio e longo prazo. Afinal, ter funcionários estressados pode interferir no aumento dos índices de evasão e conflitos pessoais e na baixa qualidade do trabalho, além da diminuição da produtividade e baixo rendimento.

Por todas essas razões, é imprescindível investir em ações que melhorem a qualidade de vida do funcionário dentro da empresa.

Por que o estresse ocupacional é cada vez mais comum?
A competitividade e a instabilidade econômica são alguns dos fatores que mais geram uma carga excessiva de preocupações. E, a isso, soma-se ainda a correria dos grandes centros urbanos. Um indivíduo que trabalha em uma capital, por exemplo, acaba passando muito tempo no trânsito antes de chegar em casa ou no trabalho.

De fato, um ambiente ideal deveria ser divertido, leve e com uma boa comunicação entre funcionários e gestores. No entanto, muitas empresas acabam sobrecarregando os seus empregadores, fazendo-os a assumir multitarefas.

Isso é um fator extremamente maléfico, pois gera tensão e nervosismo. Dessa forma, o funcionário estressado contribuirá diretamente para a promoção de um clima pesado no ambiente, podendo provocar reações parecidas em seus colegas.

Então, para te ajudar a identificar se a sua empresa está contribuindo para o estresse ocupacional, separamos aqui as causas mais comuns que geram o transtorno. Vejamos:

sobrecarga de trabalho e alongamento das jornadas;
pressão de prazos;
ausência de canais de comunicação entre as hierarquias;
desprezo pelas ideias do trabalhador;
delegação de responsabilidades inadequada;
trabalhos monótonos ou repetitivos;
desvio de função;
assédio moral;
estímulo exagerado à competitividade;
falta de perspectiva de ascensão pessoal no emprego;
ambiente físico de trabalho desconfortável;
falta de evolução na carreira.
Como evitar o estresse ocupacional?
Conhecendo, então, as causas do estresse ocupacional, fica mais simples evitar o problema no ambiente de trabalho. Assim, o primeiro passo é ouvir os colaboradores e escutar quais são as suas principais queixas.

A partir daí, é importante avaliar o que pode ou não ser modificado dentro da organização. E o último passo é investir em ações para melhorar o ambiente e a qualidade de vida do funcionário.

A boa notícia é que muitas medidas são simples, e devem ser tomadas por todas as empresas que visam criar um clima agradável dentro da organização, a fim de evitar problemas com os empregados. Vejamos, então, algumas dessas boas práticas:

1. Estimule a alimentação saudável
Você já deve saber que muitas empresas recebem a visita de nutricionistas com o objetivo de tornar a alimentação dos funcionários mais equilibrada e saudável. E esse investimento é, realmente, uma excelente prática.

Além de o empregado se sentir mais valorizado, a ingestão de frutas, legumes e carnes brancas é uma forma de fortalecer o sistema imunológico, diminuindo os sintomas de estresse.

2. Respeite os horários de descanso
Aquela pausa para o cafezinho no meio da tarde não atrapalhará a produtividade do seu funcionário — pelo contrário! Tirar alguns minutos para relaxar ajuda a descansar a mente e a vista, estimula a criatividade e diminui o estresse.

Por isso, é interessante deixar claro para o trabalhador que ele tem alguns minutos para descansar quando achar mais conveniente — sem exageros, é claro.

3. Dê feedbacks positivos
Dar um feedback negativo é muito comum e, às vezes, também é necessário. No entanto, é preciso destacar sempre que a atitude, o serviço ou o rendimento do trabalhador for positivo. Portanto, não dispense elogios, sempre que forem merecidos, e destaque os pontos fortes dos seus colaboradores.

4. Invista em atividades físicas dentro do trabalho
Assim como o nutricionista, profissionais como o fisioterapeuta e o educador físico são muito importantes para prevenir o estresse ocupacional. Então, se a sua empresa tiver condições, que tal contratar um desses profissionais?

A cada quinze dias, por exemplo, você pode investir em alongamentos, massagens ou em exercícios que melhorem a postura do profissional. Até porque várias pesquisas mostram que o exercício físico libera endorfina — hormônio responsável pela sensação de bem-estar e prazer.

5. Respeite a função do colaborador
A sobrecarga de trabalho e o fato de assumir responsabilidades inadequadas são as principais causas do estresse ocupacional. Portanto, de nada adianta investir nas dicas anteriores se a função pela qual o colaborador foi contratado não for respeitada.

Nesse sentido, deixe bem claro que atividades o seu funcionário desenvolverá, e estimule-o a externar sempre que houver qualquer problema.

Além disso, é essencial investir em treinamentos adequados em todos os níveis hierárquicos. Não há nada pior do que um supervisor que não sabe orientar tarefas ou resolver problemas corretamente, por exemplo. Por isso, ofereça cursos para os seus colaboradores — mas, atenção: não os sobrecarregue nem interfira em suas atividades pessoais.

Atualmente, já existem empresas especializadas em elaborar e desenvolver programas de qualidade de vida no trabalho, de acordo com cada tipo de organização. Então, essa pode ser uma boa opção para auxiliar os gestores de RH da sua empresa. Já pensou nisso?

Autor: Blog Bem-estar.
Fonte: Da Redação.

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